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Incoerências estratégicas do Google

Continuando com a análise, vamos apontar o apito para o time do Google.

O Google está numa posição diferente de todos os outros envolvidos na briga pelo controle do mercado de gadgets internéticos. Ele parte da ponta oposta de seus concorrentes por ser essencialmente uma empresa de serviços de internet que entrou no mercado de hardware e software. Enquanto suas concorrentes estão fazendo o caminho contrário. Tem cultura voltada para a inovação e uma forte tendência a “recriar”, o que se expressa em seu hábito de comprar e verticalizar. Mas quais são suas chances? A meu ver, o Google já começou ganhando. Vejamos por quê:

Dentre as empresas que querem utilizar-se da nova internet móvel para dominar o sistema, o Google é uma das mais inovadoras e agressivas.

Pouco depois do lançamento do iPhone o Google percebeu que no futuro boa parte dos acessos viriam de dispositivos portáteis. Porém, pelo fato de a Apple ser controlada pela Dilma… ops… pelo Steve Jobs, um presidente autocrático que faz o que quer e não tem muitos amigos, o Google viu que não poderia depender da Apple para abrir a janelinha aos seus serviços e teria que controlar de alguma forma este mercado. Assim decidiu investir no desenvolvimento do Android.

Esta é a história da maior guerra corporativa dos dias de hoje. E a que mais vai afetar sua vida.

Para começar, o Google é pioneiro naquilo que realmente nos interessa. Ele é forte em internet. Internet é a grande revolução da era da informação onde todos podem escolher o que ler, ouvir, falar, negociar e com quem. A própria página do Google é a mais acessada do mundo e se não fosse pela internet móvel não haveria motivos para gastar o preço de um laptop num smartphone.

Depois, o Google também foi muito inteligente em criar seu próprio software. O Android é um sistema aberto, “colaborativo” e distribuído gratuitamente. Uma lógica simples que funcionou 25 anos atrás quando Bill Gates ofereceu seu sistema para a IBM de graça, em troca de uma taxa por cada unidade vendida. Engraçado como a Apple ainda não entendeu a eficiência disso.

Até o momento a base de hardware do Google está bem equipada. Talvez em alguns aspectos técnicos não esteja tão bem como a Apple ou a Nokia, mas se você visse o tamanho da lista de fabricantes de celulares renomados que vão produzir com sistema Android verá nomes fortes como HTC, Motorola, Samsung e LG e muitos outros que nunca ouviu antes. É a certeza de ter um portfólio de hardware diversificado e capaz de atender aos mais diferentes consumidores.

E aí está a cadeia de entrega de valor do Google muito bem equipada em seus três níveis. Isso é suficiente para garantir sucesso no seu objetivo. Mas será que ele poderia ter feito melhor? Certamente que sim.

Marcando gol contra

Das três gigantes de TI, talvez o Google seja a empresa com mais inabilidade para fazer política. Certamente política não é algo que se ensine em universidades, nem mesmo Stanford, vide o exemplo do Lula. Mas o fato é que Larry Page e Sergey Brin levaram sete anos construindo a imagem e boa reputação do Google e apenas dois para destruí-la.

Vocês acham que não? Eu não só posso provar que destruíram mas também quantificar em bilhões de dólares o valor do estrago.

Até 2008 o Google soube muito bem alavancar sua imagem se posicionando como antagonista mocinho frente à malévola Microsoft, repetindo o que a Apple fez com a IBM. Rapidamente recriou e dominou o mercado de buscas de uma maneira que fez a Microsoft se sentir tão isolada a ponto de fazer uma oferta de 44 bilhões pelo sistema de buscas do Yahoo. A oferta foi recusada.

Porém, depois de anunciar a criação do seu sistema operacional para celulares a empresa começou a repetir os passos de Hitler abrindo guerras em várias frentes. Anunciou seu browser – Chrome, o seu sistema operacional – Chrome OS, serviço de VoIP, celular próprio – Nexus, investimentos em uma internet super rápida e nova, investimentos em geração de energia limpa, a infeliz rede social – Buzz e arrumou encrenca com o governo chinês. Em 2 anos o Google provou que os rumores sobre querer dominar o mundo eram verdade.

A reação dos agentes do mercado foi péssima. De mocinho, o Google virou vilão. Todos começaram a se unir contra ele. Do mega empresário ao desenvolvedor independente. A ex-parceira, Apple, agora usa Bing em seus aparelhos e flerta com a Microsoft. O Yahoo fez acordo para terceirizar seu sistema de buscas para o Bing da MS, que vem ganhando mercado a cada dia. Aliás! A verdade é que o Yahoo nunca valeu 44 bilhões. Este valor era o preço que a Microsoft tinha que pagar por ser tão mal vista no mercado. Agora que o Google atraiu todas as más atenções para sí, ele acabou de presentear a MS com 44 bilhões de boa imagem.

O resultado é que agora todos torcem (investem) para que o Bing seja capaz de fazer frente ao buscador do Google e enfraqueça sua galinha dos ovos de ouro colocando um freio nas suas ambições. Parece que o maior inimigo do Google é ele mesmo fazendo tanta besteira com a própria imagem. Talvez o lançamento do Android tenha sido indispensável para os objetivos estratégicos da empresa, mas ainda não estou convencido de que lançamentos como Chrome, Nexus, Wave e Buzz tenham sido necessários. Aliás, foram lançamentos bastante atrapalhados que viraram gol contra. Fica uma lição: se quer lançar produtos novos, prefira mercados novos como o de OS para celular. Se quer lançar um produto novo num mercado já maduro, faça como a Apple e lance algo realmente superior ou então não lance.

Incoerências estratégicas da Apple

Continuando com o que discutimos no último post, hoje vamos analisar o pacote da Apple para o novo e crescente mercado da internet móvel por gadgets. Também vou dar umas apitadas nas estratégias do fenômeno Steve Jobs. Que sua fanática torcida me perdoe. Claro que também admiro o seu talento. Mas entre o nervosão antipático Steve Jobs e o nervosão antipático Dunga eu prefiro o último. O apito tem vontade própria.

Para ser competitivo no mercado dos gadgets e smartphones é preciso um bom conjunto de hardware, software e serviços na nuvem. A Apple tem uma posição privilegiada em software e hardware pois sempre ofereceu os dois juntos num pacote como um único produto se diferenciando claramente de seus concorrentes. Vemos a mesma excelência tanto no pacote como até nos serviços de suporte e garantia dos produtos.

Porém a empresa ainda não gerou resultados em oferecer um serviço em nuvem completo e gratuito como o do Google. A Apple se destaca com o maior portfólio de aplicativos em sua loja virtual, mas em relação a serviços seus esforços foram tímidos e incapazes de competir até mesmo com o estreante Ovi da Nokia. E neste mercado uma corrente é tão boa quanto seu elo mais fraco.

A empresa parece seguir num rumo difuso em relação à estratégia. Desde sua reestruturação ela trabalhou com um marketing muito bem sucedido. Tornou-se uma das marcas mais desejadas do mundo, o que permite uma margem de lucro generosa de 60% sobre cada iPhone. E criou uma legião de seguidores que forma filas para comprar seus lançamentos e adoram as lojas da marca como se estivessem em templos.

Por outro lado a empresa está em pé de guerra com aquele que antes foi seu aliado por algo que não tem qualquer possibilidade de conseguir. Trata-se de brigar por ter o sistema mais usado do mercado, o que na significa na prática, repetir o monopólio do Windows sobre os PCs. Algo que só será possível se a Apple abrir mão da gorda margem de 60% e inundar o mercado com seus produtos. O que mas que traria problemas sérios com seus acionistas. Ou podreia abrir mão do seu conceito de produto (qualidade total do conjunto software + hardware) e distribuir seu sistema separadamente como o Google fez com o Android. Mas pela rigidez e apego da Apple a esse conceito duvido muito que isso aconteça.

Talvez o monopólio possa ter parecido uma possibilidade quando viram o tamanho do sucesso do iPhone. Ou talvez esse desejo venha de um certo recalque de alguém que não suportou levar um chapéu de Bill Gates e perder o bilionário mercado dos PCs 25 anos atrás. Mas dadas certas características sobre as escolhas dos indivíduos, como argumentei em outro post, não passa de ilusão achar que podem repetir o feito da Microsoft. Os indivíduos, quando se sentem controlados e dependentes, passam a preferir liberdade. E aí está o ponto fraco da maçã.

Inflexibilidade sempre foi um problema da Apple. Um exemplo é a polêmica questão do Flash no iPad. Compreendemos que o Fenômeno se oponha ao Flash por primar pela excelência e o Flash é origem de muitas falhas. Mas quando os clientes demonstram tolerância às falhas para ter o benefício de navegar melhor, a busca por excelência perde o sentido. Perde-se o foco no consumidor. A HP promete solucionar isto com o Slate e a Adobe está apostando sua honra em fazer o seu melhor trabalho depois das críticas públicas que recebeu do Fenômeno.

Em relação ao hardware basta lembrar-se das infinitas configurações de hardware que usam Windows. Imagine o quanto vai ser valorizada a flexibilidade em relação ao hardware no caso dos smartphones. Conheço pessoas que fazem absoluta questão de ter um teclado QWERTY físico. Ou que fazem questão de uma câmera de qualidade ou preferem preço e até tamanho. Em todos estes casos os produtos da Apple não atendem, pois são padronizados.

Pior fica quando vemos os efeitos da rivalidade: logo após o anuncio do Google Nexus o Fenômeno anunciou que os próximos iPhones viriam com o buscador configurado para o Bing. Na mesma época vetou o App de VoIP do Gtalk alegando proteção à operadora AT&T mas não vetou o App do Skype. Que valor isso gera para o consumidor? Se o seu produto é tão bom, porque não confia que será o preferido? Qual o sentido de sabotar o concorrente piorando o próprio produto? Aliás, imagine se o Google decide vetar seus serviços ao iPhone? Jogo sujo, né?

Apesar da genialidade do Fenômeno a Apple sofre com problemas que toda empresa familiar administrada por seu fundador tem: a identificação que o fundador cria com a empresa, tornando-a totalmente vulnerável a questões de ego, temperamento e questões pessoais que fogem ao propósito do mundo dos negócios.

A nova batalha

No ultimo post falamos sobre as gigantes da internet, como elas se relacionam com o mundo 2.0. Neste vamos falar um pouco sobre como está a briga entre elas pelo filé do mercado de hoje, o dos smartphones e tablets. Você com certeza será afetado por isso.

Começando com uma breve retrospectiva do mercado de telefonia e dos principais envolvidos nos últimos 10 anos:

2001 – Apple lança o iPod

2004 – Google lança o Gmail o primeiro email com 1Gb de capacidade

2005 – Google lança o serviço GMaps

2007 – Apple lança o iPhone. iPhone é lançamento do ano pela revista Times. Google lança o GDocs

2008 – Google anuncia o Android. Apple lança o iPhone 3G.

2009 – Lucro da Apple com divisão de celulares foi maior do que Nokia. Motorola Droid é o lançamento do ano pela Revista Times.

2010 – Google lança o Nexus One e Apple o iPad

Estes foram importantes fatos para o cloud computing e para o acesso móvel à internet. A partir de 2007 o mercado que era bem dividido entre fabricantes de aparelhos e prestadores de serviço de telefonia sofreu um choque com o lançamento do iPhone que inovou ao propor uma nova maneira de navegar na internet além de uma nova maneira de comprar de sua loja virtual.

No começo essa aventura ganhou forte apoio do Google que percebeu que o produto da Apple seria um canal fantástico para os consumidores acessarem seus produtos e ofereceu vários aplicativos e serviços grátis para o iPhone. Mas conforme observou o sucesso da iniciativa, o Goolge resolveu dar um tapa na ex-parceira e entrar também neste mercado com o seu sistema Android. A história se repete: Microsoft fez o mesmo 20 anos antes também com a Apple.

Hoje os grandes atores desse cenário já estão se organizando numa configuração que será mais ou menos assim:

- Apple com completo domínio sobre software e hardware, mas, ainda sem nada muito relevante em nuvem.

- Nokia se une com Intel afim de desenvolver um software, o MeeGo, e um serviço de nuvem competitivo.

- Google entrou com sua excelência em serviços de nuvem, oferecendo um software competitivo e aberto e unindo-se a uma lista enorme de fabricantes de celulares entre elas, as fortes Motorola, Samsung e HTC.

Quem conseguirá se estabelecer com mais vigor?

Isso vai depender de quem conseguir adicionar mais valor ao cliente, neste pacote que é determinado por melhor qualidade no aparelho (hardware), no software e na disponibilidade de serviços na nuvem + identificação com a marca. Lembrando aí, que como tudo na administração (e no futebol) uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco.

Isso explica a mais recente tendência de verticalização no mercado de tecnologia. Ficou claro para todos que não se pode oferecer o melhor pacote hardware + software + nuvem sem ter boa presença e influência nestes três níveis. Foi por isso que Google correu para desenvolver o Android e lançar um celular com o seu nome e porque Nokia, Apple e Microsoft estão tentando garantir seus serviços na nuvem. Estamos passando por uma fase de verticalização das operações nas empresas de tecnologia. Não apenas no mercado de smartphones, mas em geral. Lembrem-se do revolucionário netbook que a ASUS, gigante de hardware, lançou anos atrás, Eee PC 701, com sistema Linux personalizado por ela mesma. E lembre-se que na última geração de consoles de vídeo game uma estreante assumiu papel de destaque: a Microsoft, gigante do software, lançou seu console e fez dele o segundo mais vendido. Todas aprenderam uma mesma lição com a Apple: a qualidade está no conjunto, não no hardware ou software em separado.

Toda essa briga é para dominar fatores estratégicos do mercado afim de conseguir repetir o que a Microsoft fez com o Windows nos PCs: monopolizar a linguagem que vai predominar. Mas no meio disso, se perderem o foco no cliente, podem se dar muito mal. E mais do que nunca devem se preocupar com a percepção dos consumidores sobre a marca. Ela nunca esteve tão aguçada.

No próximo post vamos analisar e comparar especificamente os produtos e os pacotes de cada empresa com suas concorrentes.



Totalitarismo e Anarquia na internet

Se você já passou pela alegria de baixar programas, CDs, filmes, séries e legendas e pela tristeza de ter seu computador infectado por vírus e perder valiosos arquivos de seu HD, esta discussão tem tudo a ver contigo.

Existem duas correntes decidindo os rumos da tecnologia hoje: a corrente das corporações e a corrente do ambiente 2.0. A corrente 2.0 é representada por Wikipedia, eMule, Torrents, Youtube, Twitter e Linux e revolucionou os conceitos de comunicação, compartilhamento e criação e subtraiu uma enorme fatia dos mercados de gravadoras, rádios, TVs, locadoras, revistas, jornais, empresas aereas e telefonia. E a corrente das corporações, representada por empresas como Microsoft, Apple e Google que se aproveitou desse ambiente rico em trocas do 2.0 e começou a oferecer organização e confiabilidade para o sistema.

Mas o que isso tem a ver com anarquia e totalitarismo? Apesar de ser uma comparação radical ela nos ajuda a entender do que estamos falando aqui: da oposição e codependência entre ordem e caos.

Vimos na história diversos regimes políticos surgirem e ruírem em ambos os extremos. Sistemas como o comunismo soviético ou o Nazismo que ofereciam controle e segurança num contexto caótico pós crise de 1929 e emergiram e morreram no mesmo século. Foram incapazes de promover mais inovação tecnológica que seus concorrentes, de coexistir pacificamente com outros sistemas diferentes ou de vencê-los por meios militares. Do outro lado também sistemas econômicos excessivamente liberais e desregulamentados ruíram como o capitalismo americano pré 1929 e 2008. Podemos entender que de modo geral (ou pela seleção histórica) as pessoas preferem um meio termo entre os dois. Preferem um sistema democrático que permita a liberdade individual e a criatividade sem deixar de oferecer uma ordem mínima que dê regras e segurança para o sistema.

Algo próximo disso está acontecendo com a internet. Estamos vendo as grandes corporações terem pretensões parecidas com o sonho de Hitler de um único império e um único povo. São as pretensões de monopolização e padronização da experiencia. Apple e suas iCoisas, Google e suas GCoisas. A Apple vende produtos como o iPod, que funciona exclusivamente com o iTunes e sua loja virtual e notebooks que só podem rodar sistema Mac. E já chegou a rastrear e inutilizar produtos desbloqueados como fez com o iPhone e agora tem pretensões sobre a midia impressa e jornais com o seu iPad.

Do Google vemos a cooperação com a censura na China, a falta de transparência do sistema de buscas (o maior do mundo) e ações de marketing forçadas como empurrar o Google Buzz nos seus usuários pelo Gmail, invadindo a liberdade de escolha, privacidade e gerando alguns processos.

Porque os usuários aceitam isto?

Como explicou a coluna do Gizmodo, existe uma grande quantidade de usuários que prefere a simplicidade e confiabilidade que estas empresas oferecem. Em geral pessoas de mais idade, mais dinheiro e menos tempo que preferem comprar do iTunes a aprender a usar o Soulseek ou Rapidshare. Um mercado que vem crescendo mas que ao meu ver será limitado. Por que?

Porque em breve as pessoas terão menos medo da tecnologia do que tem hoje. As crianças começam a ter contato com a tecnologia cada vez mais cedo. Os atrativos da qualidade, confiabilidade, integração não serão suficientes para conter a constante necessidade de personalização e os usuários serão cada vez mais intolerantes a sistemas que incapazes de dialogar com outros. Fabricantes de hardware e empresas de telefonia já estão iniciando consórcios para desenvolver sistemas para competir com a Apple e Google. E juntos eles terão muita força nisto.

Nos PCs ainda é possível alguém desenvolver apenas para Windows. Mas na nova fronteira da mobilidade, os smartphones, nenhum sistema predomina e nenhum pode ser ignorado. Esta é uma oportunidade para empresas que souberem dialogar com o ambiente 2.0 se encaixarem entre as brechas das gigantes e confortavelmente mediar a briga entre elas. Um exemplo é o navegador Firefox, que não é unanimamente o melhor, mas é o segundo mais usado, tendo versões Windows, Mac, Linux e Mobile, tendo uma presença que nenhum outro tem e a resposta mais rápida às novas tendencias da web.

Num futuro não tão distante, onde sua TV digital, seu computador, seu tablet, seu telefone, seu relógio, e seu carro tiverem sistemas sofisticados e acesso à internet 3G (ou 4G) você vai querer todos eles brigando entre si ou cooperando em seu favor?

Nos próximos posts falaremos mais sobre as estratégias das empresas envolvidas nesta briga, Apple, Google, Nokia, Microsoft e Intel.

Acompanhe!

Caros leitores,

Este é o primeiro post de um blog que vai falar principalmente de estratégia empresarial, administração e de como é divertido ver a bola rolar entre grandes jogadores que existem no mercado.

Nos primeiros posts vamos falar da briga que está mais quente no momento. Você certamente já ouviu falar destas empresas tanto quanto conhece bem Flamengo ou Corinthians. Aliás, comparar empresas com times de futebol é sempre interessante. Ambos são muito parecidos com a diferença que as empresas, em geral, não podem ficar muito tempo tendo prejuízos.

Outra coisa que times e empresas tem em comum são torcidas. Talvez você esteja lendo este blog no navegador livre Firefox. E talvez saiba que embora seja uma pequena organização, os desenvolvedores deste navegador tem fãs tão fanáticos quanto as torcidas dos times gaúchos. Ou se estiver usando o navegador Safari talvez você seja um dos devotos da “maça”. A Apple costumava chamar (e talvez ainda chame) seus vendedores de “evangelizadores”. Um amigo me disse que não sei quanto risco estou correndo em fazer comparações entre empresas como Google e Apple. Isso porque ele ainda não sabe que pretendo misturar tudo com futebol. De fato eu não sei:

Flamengo x Fluminense

Brasil x Argentina

Pepsi x Cocacola

Palio x Gol

Ferrari x Lamborghini

Sharon x Arafat

Marvel x DC

Metallica x Megadeth

Intel x AMD

São rivalidades que dividem as pessoas. Mas que com um pouquinho de distanciamento (não muito) podem nos divertir bastante.

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